• José A. Andrade Gomes

"A floresta é socialmente desvalorizada"

O “Jornal de Negócios” de 29 dez. 2020, publica uma entrevista do Prof. Luís Braga da Cruz, antigo Ministro da Economia, antigo presidente da CCDR-N e atual presidente da Floretis.


Dessa entrevista, citam-se aqui as três ideias seguintes:


i) “a rede primária das faixas de interrupção de combustíveis tem que ser assumida como uma infraestrutura nacional, tal como as redes de energia, telecomunicações ou viárias.”


ii) “A floresta não pode ser remunerada apenas pela madeira. Temos de encontrar mecanismos para custear os restantes recursos de que toda a sociedade aproveita.”


iii) Há necessidade de gerir a paisagem para garantir o seu equilíbrio.

“Não gerir, conduz ao abandono, à instabilidade dos ecossistemas, à perda de biodiversidade. Havendo pessoas é necessário convocá-las a assumir o seu papel de agentes e remunerar os serviços de interesse geral que providenciam.”


O autor deste post, nas suas intervenções profissionais como árbitro e perito, tem defendido desde 2003 ideias semelhantes, ainda que, em alguns casos, os seus pares (outros técnicos) as considerem despropositadas.

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